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Professor do século XX, dando aulas no século XXI com as mesmas práticas do século XIX

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                Não basta apenas conhecer a máquina, tem que destrinchá-la. Não dá para se apegar a conceitos, pois eles se modificam constantemente. Não é possível deixar para depois sem tronar-se obsoleto, ultrapassado. Dinâmica vertiginosa do pensamento, processamentos de aprendizagens cada vez mais complexos. Uma avalanche de tecnologias e descobertas diárias que carrega o professor a um torvelinho de preocupações e inseguranças.                 É possível, ainda, prender a atenção da molecada com giz e régua de madeira? Olhar um para a nuca do outro enquanto ouve-se uma torrente de explicações é motivador? Avaliar-se por conceitos e classificações é justo ou é uniformizante? A escola faz, realmente, parte da vida do aluno?                 Como professor...

A gente também se orgulha deles... Colégio Educar de Sertãozinho

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Não é só de pérolas que se alimenta este blog. Abaixo, um texto da aluna Ana Beatriz, que fez este texto incrível após debatermos sobre as gerações passadas. Parabéns, Ana Bia! La generación de audífonos – Ana Bia Yo espero de la vida una realización completa. Para una chica como yo, que tiene la televisión encendida mientras estudia para un examen usando un audífono es algo bien común, a mí y a mi generación (que se denomina Generación “Z”,  la generación internacional nacida entre 1996 y la primera década de los 2000). Somos tecnológicamente muy conectados, haciendo uso desde muy pequeños. Nuestra vida es regada a mucha información, pues todo lo que sucede es noticiado en tiempo real y muchas veces ese volumen inmenso acaba por volverse obsoleto en poco tiempo. La Generación Z es algo recelosa cuando el asunto es carrera de éxito y estudios formales, pues para ellos eso es muy vacío y lejano. Me pasa el mismo a mí: mi mayor miedo es mi futuro profesional y sobre cuál ...

Tudo termina em -ose, mesmo....

As duas últimas aulas. Espanhol. No meio das atividades, a dúvida palpitante: o que é overdose? Antes que o professor possa dar qualquer explicação, a criatividade e a familiaridade com a leitura intervém: Felina: overdose é aquela doença nos ossos, lá... Turca: Não, idiota, isso é leptospirose, doença nos ossos... Felina: É pra essa doença que tem que tomar Calcitran B12? ... É, overdose é a falta de cálcio nos ossos, também conhecida como leptospirose, doença nos ossos do rato, que, tomando Calcitran B12, se safa da ratoeira e faz festa na Micose, aquele clube noturno onde se paga mico. Ai, meu Pai! Perdoai-os, eles não sabem o que dizem...

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É, nem preciso acrescentar qualquer comentário. A imagem vale mais que mil palavras. Ou zilhões de cacetadas de cabeça na parede. Agora, numa aula sobre radicais na formação de palavras, surgem as seguintes pérolas: 1- estudo dos peixes: peixeiro 2- estudo da vida: vidalogia (:0) 3- estudo da raça: veterinário 4- estudo do homem: homenlogia (e usou o n antes de L, viu, pq com M é só antes de P e B) 5- estudo do som: sonologia ( pode significar também o estudo do sono) 6- governo do povo: populoso (é muita gente que se acumula) 7- governo de Deus: Igreja (com maiúscula, tah?) 8- escrita na pedra: predalogia (partindo da primitiva preda, predregulho, predreiro...) 9- escrita na madeira: madeirista 10 - escrita com os dedos: dedal (sabe, aquele que as costureiras usam para escrever?) Ai, qui orguio do titio...
Internet no solo cambió la forma que tenemos de trabajar, de comunicarnos, de recibir información, de divertirnos. Cambió también nuestra forma pensar, percibir e interpretar lo que nos rodea. Pero ¿hasta qué punto? y ¿en qué se nota? Algunas reflexiones: Podemos ver las cosas como nunca antes (por ejemplo, ver la punta de Machu Pichu en un Google Map). Lo multimedial reemplaza lo lineal: podemos ver imágenes, oír y leer todo junto. Podemos mirar una película histórica e inmediatamente contextualizar los hechos en Wikipedia. Sí: no tendremos garantía de rigor analítico, pero rápidamente obtendremos las coordenadas de la época. Y si queremos profundizar después en el tema, ¡por supuesto que podemos! Internet hace más posible que las ideas se promuevan (incluso si quien impulsa la idea no tiene él mismo chances básicas para hacerlo). Basta tener un un blog o espacio en Facebook: recientemente, un adolescente porteño logró reunir 30 mil personas para reclamar contra la designación del esc...

Tudo o que leva tempo...

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"Tudo leva tempo quando a gente quer que vai logo ele vai e quando a gente não quer que vai ele vai." Entendeu? Nãaoo?!? Nem eu. Mas estava em uma prova, como resposta à uma questão. Acredite: o aluno estava refletindo... Muito loko, né? E não são só as provas escritas que guardam esses tesouros imensuráveis e indescifráveis. Por vezes, as teorias levantadas por alguns alunos abalam nossa estrutura de pensamento e deixa-nos prostrados diante de tanta sapiência. Numa aula de Redação, trabalhando o processo de produção textual, surgiu a paródia. _Vocês já conhecem "paródia", do projeto que fizemos, não? _Claro, paródia, da igreja católica. E nem só de português criativo vivem os professores. "Paroquiando" alguns provérbios e gírias dos hablantes de portuñol: _Me fui en tu ola... (foi na onda, errou e sai com essa!) _Llevaba "corbata mariposa"... (deveria estar lindo com a tal gravata, no mínimo, duvidosa) _Hablas español? _Opa, sapieco un pueco. Te...

Crase com pérola

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Bom, a criatividade não tem limites, principalemtne quando o aluno está com sono e precisa responder à alguma pergunta. Logo na primeira aula da manhã, estávamos estudando o uso do acento grave, justificando a crase. No caderno do aluno havia a seguinte frase: "Os cientistas viajaram à Europa para averiguar os avanços na clonagem humana". O objetivo da atividade era usar ou não a crase e justificar a escolha. Em uma aula anterior, havíamos estudado as regras práticas, dentre elas, a que confirma o uso da crase substituindo a expressão "viajaram à Europa" por "voltaram da", confirmando o uso da crase. O alunos, prontamente, claro que com as limitações da dormência que o sufocava naquele instante, balbuciou algo como " a regra do "voltaram". Feliz que alguém se manifestasse corretamente e de primeira, eu, inocentemente, estimulo a resposta completa: "Isso, pra confirmar o uso é so saber que ele eles voltaram da...? E o infeliz me sai com ...