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Para escrever é preciso...

Época de vestibular, final de ciclo, início da vida universitária! ENEM!! Geraria preocupação se toda essa avalanche não causasse ansiedade e muitas dúvidas na sua cabeça. Daí, o temor de muitos ainda recai sobre a Redação. Como escrever, como começar, quais assuntos estudar? É bom que, se quer se dar bem sem enlouquecer ou desanimar, fique atento a algumas dicas. A primeira delas é a leitura. Não é possível escrever bons textos se você não tem o hábito da leitura. E entenda que leitura aqui não se trata apenas de ler clássicos da nossa literatura. Leia tudo, leia mais e leia diariamente. Tudo, absolutamente tudo. Seja um leitor voraz. Todo esse material lhe acrescentará vocabulário, permitirá que você reflita sobre os mais diversos temas, que se acostume com os diferentes modelos textuais e, de quebra, transite entre os mais diversos assuntos impressionando a galera. Acredite: conhecimento é praticamente um feromônio. Outra dica muito importante é dar uma pesquisada nos diversos ...

Questão de sorte

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Ter ou não ter sorte nunca me chamou muito a atenção, por mais que seja assunto recorrente entre amigos e na rede social. E, de verdade, nunca parei pra pensar profundamente no assunto. Na adolescência, as frases sobre sorte e destino acabavam, de alguma forma, encantando-me. Mas acreditar na sorte, no destino, parecia-me, antes, coisa de filosofandos e afins. Mas semana passada isso mudou. Tive que pensar, e admito que de modo assustador, nesse lance de sorte/destino. E era pra ser uma simples venda de automóvel (ou quase isso). Coloquei à venda um carro velho que foi da minha irmã e que, por razões bastante óbvias, vendeu-me baratinho. A marca, importada e nem um pouco bem-vista por aqui onde moro, e o modelo estranho do carrinho fez-me anunciá-lo na internet. Não tinha pretensões, diga-se de passagem, por se tratar de um senhor carro de 20 anos, amassado feito caneca de cego e que possui um lado de cada cor. A surpresa começou pela rapidez no envio das propostas de compra. O anú...
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Dizem que os professores exageram ao reclamar que o nível de escrita/leitura dos alunos piora a cada ano. Além do mais, o aluno amadurece e começa a dominar a escrita naturalmente. Este documento foi entregue a mim por um aluno, num intento de dissertar sobre assunto polêmicos, após inúmeras leituras e análises de dissertações dos mais diversos assuntos. Mas eu não sou um professor que exagera. O nível de escrita e leitura de alguns jovens de hoje não piora a cada ano. Não mais existe. Oh, Lord! A solução seria voltar às produções de imagens pictóricas ou alguma outra linguagem de sinais que não usasse fonemas e letras? Talvez alguns gadgets que pelo menos traduzissem algumas produções. Como disse a sábia Rita Lee: "Deus me livre e guarde de você"...

Professor do século XX, dando aulas no século XXI com as mesmas práticas do século XIX

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                Não basta apenas conhecer a máquina, tem que destrinchá-la. Não dá para se apegar a conceitos, pois eles se modificam constantemente. Não é possível deixar para depois sem tronar-se obsoleto, ultrapassado. Dinâmica vertiginosa do pensamento, processamentos de aprendizagens cada vez mais complexos. Uma avalanche de tecnologias e descobertas diárias que carrega o professor a um torvelinho de preocupações e inseguranças.                 É possível, ainda, prender a atenção da molecada com giz e régua de madeira? Olhar um para a nuca do outro enquanto ouve-se uma torrente de explicações é motivador? Avaliar-se por conceitos e classificações é justo ou é uniformizante? A escola faz, realmente, parte da vida do aluno?                 Como professor...

A gente também se orgulha deles... Colégio Educar de Sertãozinho

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Não é só de pérolas que se alimenta este blog. Abaixo, um texto da aluna Ana Beatriz, que fez este texto incrível após debatermos sobre as gerações passadas. Parabéns, Ana Bia! La generación de audífonos – Ana Bia Yo espero de la vida una realización completa. Para una chica como yo, que tiene la televisión encendida mientras estudia para un examen usando un audífono es algo bien común, a mí y a mi generación (que se denomina Generación “Z”,  la generación internacional nacida entre 1996 y la primera década de los 2000). Somos tecnológicamente muy conectados, haciendo uso desde muy pequeños. Nuestra vida es regada a mucha información, pues todo lo que sucede es noticiado en tiempo real y muchas veces ese volumen inmenso acaba por volverse obsoleto en poco tiempo. La Generación Z es algo recelosa cuando el asunto es carrera de éxito y estudios formales, pues para ellos eso es muy vacío y lejano. Me pasa el mismo a mí: mi mayor miedo es mi futuro profesional y sobre cuál ...

Tudo termina em -ose, mesmo....

As duas últimas aulas. Espanhol. No meio das atividades, a dúvida palpitante: o que é overdose? Antes que o professor possa dar qualquer explicação, a criatividade e a familiaridade com a leitura intervém: Felina: overdose é aquela doença nos ossos, lá... Turca: Não, idiota, isso é leptospirose, doença nos ossos... Felina: É pra essa doença que tem que tomar Calcitran B12? ... É, overdose é a falta de cálcio nos ossos, também conhecida como leptospirose, doença nos ossos do rato, que, tomando Calcitran B12, se safa da ratoeira e faz festa na Micose, aquele clube noturno onde se paga mico. Ai, meu Pai! Perdoai-os, eles não sabem o que dizem...

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É, nem preciso acrescentar qualquer comentário. A imagem vale mais que mil palavras. Ou zilhões de cacetadas de cabeça na parede. Agora, numa aula sobre radicais na formação de palavras, surgem as seguintes pérolas: 1- estudo dos peixes: peixeiro 2- estudo da vida: vidalogia (:0) 3- estudo da raça: veterinário 4- estudo do homem: homenlogia (e usou o n antes de L, viu, pq com M é só antes de P e B) 5- estudo do som: sonologia ( pode significar também o estudo do sono) 6- governo do povo: populoso (é muita gente que se acumula) 7- governo de Deus: Igreja (com maiúscula, tah?) 8- escrita na pedra: predalogia (partindo da primitiva preda, predregulho, predreiro...) 9- escrita na madeira: madeirista 10 - escrita com os dedos: dedal (sabe, aquele que as costureiras usam para escrever?) Ai, qui orguio do titio...